MP nega demora na atuação em caso Beatriz e cria grupo de trabalho em PE
Grupo de trabalho tem seis promotores que devem acompanhar o caso.
Ação foi tomada seis meses após a morte de Beatriz Angélica em Petrolina.
Em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, aconteceu nesta quarta-feira (15) uma coletiva de imprensa na sede das Promotorias de Justiça para apresentar um grupo de trabalho do Ministério Público que vai implementar esforço nas investigações do caso de Beatriz Angélica Mota. Desta forma, seis promotores de Justiça vão trabalhar de forma direta no caso. A ação foi tomada seis meses após a morte brutal da menina, que aconteceu em dezembro do ano passado, durante uma aula da saudade no Colégio Maria Auxiliadora.
O grupo de trabalho foi criado pelo procurador-geral de Justiça, Carlos Augusto Arruda Guerra, através de uma portaria publicada no dia 10 de junho no Diário Oficial do Estado de Pernambuco. Com isso, será estabelecida uma ação conjunta entre a coordenação, feita pelo promotor Carlan Carlo da Silva, e os demais promotores: Ana Rúbia Torres de Carvalho, Júlio César Soares Lira, Lauriney Reis Lopes, Bruno de Brito Veiga e Rosana Moreira Cavalcanti.

Um jovem estudante desenvolveu um aplicativo gratuito que pode tornar mais prática, rápida e segura a solicitação de mototáxi em várias cidades do país, inclusive em Petrolina. Trata-se do “Motaxis”, um sistema que possui apenas mototaxistas que são cadastrados e atuam dentro da lei.



